domingo, 8 de agosto de 2010

Doce ilusão

Doce ilusão




Morreu minha ilusão.

Morreu meu sorriso.

Aquietou meu sonho.

Proibiu-me de falar.

Ficou brava e séria.

Ficou séria e se foi,
deu as costa pra mim.

Agrediu-me na sua
indiferença e rigidez
nos verbos.

Verbos crus e sem 
medida de pena ou dó.

Deu-me adeus, a Deus
eu implorei.

Excluiu-me de seu mundo,
em alguns segundos se
se esvaiu.

Está triste meu coração.

Tiraram o pirulito da minha
mão.

Pegaram meu doce e 
minhas balinhas.

Foi embora minha mulher
menininha.
















Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques). 

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