Encontrando-me comigo
Acanho-me em me apresentar pra mim mesmo.
Sinto-me meio “endefeitado” pelo ego e o meio.
Sou bonito ao mesmo tempo feio.
Muito prazer em te conhecer como é ser você?
Assim meio indefinido por partes ainda não
por mim aceita.
Não gosto de atitude um tanto suspeita e vê
se me aceita que eu não vejo seu defeito.
Não meço a bunda com os peitos.
Sabe ser eu é difícil meio complicado eu me
encontro e depois fico perturbado, me amo e de
mim mesmo sou cobrado.
Meus defeitos se confundem com minhas
vontades e meus desejos divergem da verdade.
Estou me conhecendo melhor e quem sabe
torne-me mais sociável e sinta falta de meus
antecessores e dissolva na minha essência mais
amores.
E assim destile menos ódio e mais flores.
Espero coisas melhores de você, abraçossssssss
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Até quando?
Até quando?
Afundan-se em planos econômicos
salvam a patria mãe getil.
O roubo ao verde Brasil se esboçam
em galhos de arruda.
A Brasilia nova e bem construida nos
faz ver o roubo e a ambição desmedida.
Nunca se prova nada e os que provam
da corrupção é parte do fio.
Da arrepio de imaginar os ratos em
outras esferas.
São piores que o diabo e tantas outras
feras.
Os estudantes fazem sua parte mas o
podre poder manda bater e reprimir.
Não é ano de repressão.
É vitoria de obama, lula, vingança de
Martin luther king.
O ringue é a moral e a lembrança
do passado.
E o que esperamos é ver os vermes
aprisionados.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Pratique o bem
Pratique o bem
Não sou ateu e nem “atóa”.
Não sou católico e nem
romano.
Não estou pro que der e vier
mas respeito Chico Xavier.
Não vou Meca e nem pratico
o islamismo, mas ajoelho
e rezo quando preciso.
Não tem Alá e nem Jeová.
O nome dele ninguém vai
desvenda.
Não pratico a gula e não
duvido do Buda, mas pro
japoneses! “caiu” feito uma
luva.
Amo meu Deus, rezo e oro
sem fanatismo.
E pratico o bem, sou mais
o cristianismo.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
Não sou ateu e nem “atóa”.
Não sou católico e nem
romano.
Não estou pro que der e vier
mas respeito Chico Xavier.
Não vou Meca e nem pratico
o islamismo, mas ajoelho
e rezo quando preciso.
Não tem Alá e nem Jeová.
O nome dele ninguém vai
desvenda.
Não pratico a gula e não
duvido do Buda, mas pro
japoneses! “caiu” feito uma
luva.
Amo meu Deus, rezo e oro
sem fanatismo.
E pratico o bem, sou mais
o cristianismo.
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Minha ressurreição
Minha ressurreição
Lembro-me de um momento maravilhoso, antes de
você eu era eu, como uma visão fugaz, como o gênio
da beleza pura num gosto gostoso.
Na tristeza, na saudade e na esperança no grande
afã barulhento do alarme.
Ressoou para mim uma voz terna longa em sonhos de
recursos doces e de saudosa lembrança.
Anos se passaram, tempestades rebeldes, explosão de
desejo, velhos sonhos e eu esqueci até a sua voz suave,
suas características celeste eu nem vi.
Quando dei por mi estava no deserto, na escuridão do
cativeiro em amargos dias que eu fui arrastado calmamente.
Nem DEUS, nem inspiração, sem lágrimas, sem vida, sem
amor, sem mente.
O sol vêm despertando-me aqui, mais uma vez esta sendo
você como uma visão fugaz, como o gênio da beleza pura,
é você que tornou o feio em nova figura.
Agora o meu coração bate em êxtase, e para ela ressuscitou
novamente.
E veio a divindade, a inspiração, e a vida renasceu com
lágrimas de amor, destruindo a serpe que se instalou em
mim.
E me fez sentir um broto novo de uma nova semente.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Vento de natal
Vento de natal
Esta em nossa mente e vê se não mente que em
nós nos fizemos os pálidos do deserto.
Espíritos suavemente movendo no comércio lento
e humano, a frente de terra e mar.
Mente apreende um complexo de espera de
árvores de neve no inverno.
O frio do gelo!!! E há ramos que é mais frio
no estante da noite.
E nós nos prendemos para fora, para uma luz
brilhante.
Com queda de neve a não derreter e olhos fixos em
você.
Priscila espera, estamos esperando para mais um ano
de nossa sobrevivência entre as folhas, as folhas
também está esperando?
Estamos de mente e não mente que nós nos fizemos
fora do nada além de nós ou do nada dentro de nós.
Mas vem o vento o tal, vem à noite o nascimento o
natal.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
Esta em nossa mente e vê se não mente que em
nós nos fizemos os pálidos do deserto.
Espíritos suavemente movendo no comércio lento
e humano, a frente de terra e mar.
Mente apreende um complexo de espera de
árvores de neve no inverno.
O frio do gelo!!! E há ramos que é mais frio
no estante da noite.
E nós nos prendemos para fora, para uma luz
brilhante.
Com queda de neve a não derreter e olhos fixos em
você.
Priscila espera, estamos esperando para mais um ano
de nossa sobrevivência entre as folhas, as folhas
também está esperando?
Estamos de mente e não mente que nós nos fizemos
fora do nada além de nós ou do nada dentro de nós.
Mas vem o vento o tal, vem à noite o nascimento o
natal.
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sábado, 28 de novembro de 2009
Triste ou não o final?
Triste ou não o final?
Cemitério, sêmen sem mistério.
Insetos a te comer, lavar a te ter.
Definhamento de restos que lhe resta,
do corpo e dos músculos tonificados.
Os bichos comem os homens e os viados,
iguais em credos, os incrédulos também são
mortos os retos e os tortos.
O céu e o inferno são quentes até mesmo
no inverno.
Ninguém veio me contar, as historia
que me fizeram acreditar.
O certo é a igualdade no final, seja
com tumulo de mármore ou grama
normal.
Vai feder se apodrecer, isso é fatal.
Envaidece-se, se acha, depois da ida!!!
só prece.
O NOVO POETA. (W.Marques).
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Minha confusão
Minha confusão
Sem deus, sem alma, sem espírito,
nada além.
Sem nenhuma outra vida, no inferno
ou na eternidade.
Sem pecado, sem queda não há graça,
não há redenção sem confissão no final.
Não deveria ter significado exterior.
Não vi nenhum homem determinado no
livre-arbítrio sem direção.
Não há destino nas formas, nem na respiração
e nem na escolha.
A vista é sem fim de uma escala em distância.
Não há vítima e não há éden, roda o olho.
No renascimento não tem cobra enrolada no
escuro com cabeça achatada contra nosso ser.
Talvez um convite para que nós não creiamos
que o céu é o primeiro branco do infinito na
madrugada primeira.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
Sem deus, sem alma, sem espírito,
nada além.
Sem nenhuma outra vida, no inferno
ou na eternidade.
Sem pecado, sem queda não há graça,
não há redenção sem confissão no final.
Não deveria ter significado exterior.
Não vi nenhum homem determinado no
livre-arbítrio sem direção.
Não há destino nas formas, nem na respiração
e nem na escolha.
A vista é sem fim de uma escala em distância.
Não há vítima e não há éden, roda o olho.
No renascimento não tem cobra enrolada no
escuro com cabeça achatada contra nosso ser.
Talvez um convite para que nós não creiamos
que o céu é o primeiro branco do infinito na
madrugada primeira.
Protegido por direitos autorais. O NOVO POETA. (W.Marques).
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